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A., R.
Acton, L.
Adorno, T.
Agostinho, S.
Agualusa, J.
Aires, M.
Alain, .
Alemán, M.
Almada Negreiros, J.
Amis, M.
Andrade, E.
Andrade, C.
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Arendt, H.
Aristóteles, .
Arnaut, A.
Aron, R.
Assis, M.
Aurélio, M.
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Bachelard, G.
Bacon, F.
Balzac, H.
Baudelaire, C.
Beccaria, C.
Beckett, S.
Bellegarde, J.
Benjamin, W.
Bentham, J.
Bergson, H.
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Borges, J.
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Calvino, I.
Camus, A.
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Carrel, A.
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Chamfort, S.
Chaplin, C.
Chateaubriand, F.
Chatelêt, M.
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Epicuro, .
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Fernandes, M.
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Junger, S.
Junger, E.
Kafka, F.
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Kierkegaard, S.
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Nietzsche, F.
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Wilde, O.
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Yourcenar, M.
Yutang, L.
Zafón, C.
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Pensamentos e Reflexões
Pensamentos e Reflexões de grandes autores, através de excertos retirados dos seus livros. Divulgando estes excertos, além de servirem o propósito de boas reflexões, indirectamente se visa o aumento de interesse por estes autores e respectivas obras.
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| Os Mais Recentes
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A Solidão não Constitui Alimento, apenas Jejum
Se não temos aptidão para fazer amigos, remodelemo-nos até consegui-la. A solidão só vale como remédio, como jejum - não constitui alimento; o carácter, como Goethe o viu com tanta clareza, só se forma no tumulto da vida. Se nos tornamos excessivamente introspectivos, estamos na senda da perdição, ainda que o nosso negócio seja a psicologia; olhar com persistência excessiva para dentro de nós mesmos é provocar o desastre do jogador de ténis que conscientemente mede a distância, os ângulos e a força dos golpes, ou como o pianista que pensa nos dedos. Os amigos são necessários, não só porque nos ouvem, como porque se riem para nós; através dos amigos conseguimos um pouco de objectividade, um pouco de modéstia, um pouco de cortesia; com eles também aprendemos as regras da vida, tornando-nos melhores jogadores dos jogos que a compõem.
Se queres ser amado, sê modesto; se queres ser admirado, sê orgulhoso; se queres as duas coisas, usa externamente a modéstia e internamente o orgulho. Mas o próprio orgulho pode ser modesto, raramente se deixando ver, e nunca se deixando ouvir.
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Data: 2010/03/07 13:20
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O Poeta e o Sábio
A alma exprime o natual sobrenaturalizado, isto é, dum modo original, porque a alma, oriunda de tudo, é senhora de tudo, independente. Sendo todas as coisas, é outra coisa. É todas as árvores e a Árvore. Quando se exalta e canta, num poeta, pode atingir a Divindade, vence o tempo e o espaço, as duas barreiras tenebrosas.
Mas o sábio pretende observar o mundo, com uma isenção perfeita, surpreender a realidade limpa de detritos humanos, materialmente pura. Deseja aniquilar a sua personalidade criadora, em benefício do senso crítico. Conseguirá ele, um dia, isolar-se, por completo, dessa personalidade contagiosa? e, distanciado de si mesmo, falecido em si mesmo, contemplar o universo, com uns olhos de caveira inteligente?
Teixeira de Pascoaes, in "O Homem Universal"
Data: 2010/03/06 17:40
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Estúpida Coerência
Uma coerência tola é o espantalho das pequenas mentes, adorada pelos pequenos homens de Estado, filósofos e sacedotes. Uma alma grande não tem nada que ver com a consistência... Diz o que pensas hoje em palavras duras e amanhã diz o que o amanhã pensar, outra evz em palavras duras, ainda que contradiga tudo o que disseste hoje.
Ralph Waldo Emerson, in "Confiança em si mesmo"
Data: 2010/03/05 21:30
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O Respeito Humano é Mais Forte do que a Consciência
Todos sabemos ter pensamentos maus, mas muito raramente praticar acções más. Todos sabemos praticar boas acções, mas poucos são capazes de bons pensamentos.
O respeito humano é mais forte do que a consciência. Quem não prefere ceder no seu íntimo à mais abjecta tentação, consentir, do que praticar, mesmo inocentemente, uma acção abjecta, no caso, bem entendido, de ser impossível desculpar-se?
Cesare Pavese, in "O Ofício de Viver"
Data: 2010/03/04 19:30
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Não há Civilização sem Constrangimento
Toda a civilização traduz constrangimento e sujeição. Aprendendo, sob a rigorosa lei das primeiras obrigações sociais, a dominar um pouco as suas impulsões, o primitivo desprendeu-se da animalidade pura e chegou à barbárie. Forçado a refrear-se mais, ele elevou-se até à civilização. Esta só se mantém enquanto persiste o domínio do homem sobre si mesmo.
Semelhante sujeição exige um esforço em todos os instantes. Seria quase impossível se os hábitos, que a educação pode fixar, não acabassem por o facilitar, tornando-o inconsciente.
Suficientemente desenvolvida, a disciplina interna pode chegar assim a substituir a disciplina externa; mas, quando não se soube criar uma, cumpre resignar-se a suportar a outra. Recusar uma e outra é retroceder aos tempos de barbárie. Os sentimentos conduzem-nos sempre, mas nenhuma sociedade pode subsistir sem que os membros aprendam a mantê-los nos limites abaixo dos quais começam a anarquia e a decadência.
Os sentimentos refreados pelas necessidades sociais, que codificam as leis, não são por essa razão destruídos. Libertadas das suas peias, as impulsões naturais primitivas reaparecem sempre. Explicam-se assim as violências que acompanham as revoluções. O civilizado retrocede à barbárie.
Gustave Le Bon, in "As Opiniões e as Crenças"
Data: 2010/03/03 19:50
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Descobrir os Vícios dos Outros
Eis agora um bom método para descobrir os vícios de uma pessoa. Começa por conduzir a conversa para os vícios mais correntes, depois aborda mais em particular os que pensas que possam afligir o teu interlocutor. Fica a saber que se mostrará extremamente duro na reprovação e denúncia do vício de que ele próprio padece. Assim se vêem muitas vezes pregadores fustigar com a maior veemência os vícios que os aviltam.
Para desmascarar um falso, consulta-o acerca de um determinado assunto. Depois, passados alguns dias, volta a falar-lhe nesse mesmo assunto. Se, da primeira vez, te quis induzir em erro, a opinião que desta segunda vez te dará será diferente: quer a Diniva Providência que depressa esqueçamos as nossas próprias mentiras.
Finge-te bem informado acerca de um caso de que, na realidade, não sabes grande coisa, na presença de pessoas das quais tenhas motivos para crer que estão perfeitamente ao corrente: verás que se trairão, ao corrigirem o que disseres.
Quando vires um homem afectado por um grande desgosto, aproveita a ocasião para o lisonjear e consolar. É muitas vezes nestas circunstâncias que deixará transparecer os seus pensamentos mais secretos e ocultos.
Leva as pessoas - mas sem que disso se apercebam - a contar-te a sua vida. A melhor maneira de consegui-lo é fingir que lhes narras a tua. Dir-te-ão como conseguiram enganar os outros, o que constituirá um fértil ensinamento para interpretar a sua actual conduta. Naturalmente, cuida, porém, de nada revelares da tua vida.
Jules Mazarin, in "Breviário dos Políticos"
Data: 2010/03/02 22:30
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A Boa e a Má Fama
No mundo sempre correu igual risco a boa como a má opinião, e na opinião de muitos, mais arriscada foi sempre a boa que a má fama; porque as grandes prendas são muito ruidosas, e muitas vezes foi reclamo para o perigo mais certo o mais estrondoso ruído. O impertinente canto de uma cigarra nunca motivou atenções ao curioso caçador das aves. A melodia, sim, do rouxinol, que este sempre despertou o cuidado ao caçador, para lhe aparelhar o laço. A primeira cousa que se esconde dos caçadores com instinto natural, suposta a história por verdadeira, que muitos têm por fabulosa, é o carbúnculo, aquele diamante de luz, que lhe comunicou a natureza, como quem conhece que, em seu maior luzir, está o seu maior perigar. O ruído que faz a grande fama também faz com que o grande seja de todos roído, quando nas asas da fama se vê mais sublimado. Quem em as asas da fama voa também padece; porque não há asas sem penas, ainda que estas sejam as plumagens, com que o benemérito se adorna. Só aos mortos costumamos dizer se fazem honras, e será porque, a não acabarem as honras com a morte, a ninguém consentiria aplausos o mundo, e menos a inveja. O merecimento sempre foi mal visto dos invejosos; são os olhos da inveja os que dão quebranto às acções generosas, que, como de cristal, parece que estalam ao lume dos mesmos olhos que as vêem. Muito diferentes visos fazem as acções generosas aos olhos da inveja, conforme a luz a que se opõe, e logo se vêem com agrados ou com defeitos. O mais excelente quadro posto a uma luz, logo mostra borrões, e visto a melhor luz, logo descobre pinturas. Uns mesmos rasgos a uma luz, são descrédito da ideia, e a outra são suspensão da arte. As obras de um herói, postas a uma luz escura da razão e da vontade, são borrões que ofendem; à melhor luz do entendimento, são primores que admiram.
Padre António Vieira, in "As Sete Propriedades da Alma"
Data: 2010/03/01 19:30
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